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Relatório Deel 2026: Contratar talentos no Brasil
Contratação internacional

Autor
Equipe Deel
Última atualização
31 março, 2026

Table of Contents
Contratar talentos no Brasil: o que os dados de 2025 revelam
De onde vem a demanda por talentos brasileiros?
Contratar talentos em 2026: os perfis mais procurados
Outro ponto importante: a ascensão dos profissionais de IA
Crescimento salarial: cargos em alta ao contratar no exterior
Dólar, real ou cripto? Como talentos no Brasil estão recebendo
Tendências globais que impactam o Brasil em 2026
O que tudo isso significa ao contratar talentos em 2026?
Ultrapasse fronteiras ao contratar talentos em 2026 – e destaque-se
Principais conclusões
- O Brasil se consolida como hub global de talentos em duas vias: empresas do mundo buscam profissionais brasileiros, enquanto negócios locais também passam a contratar internacionalmente com mais frequência e estratégia.
- O Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel mostra que a lógica mudou: contratar deixou de ser sobre reduzir custos e passou a priorizar especialização, produtividade e impacto – principalmente em áreas como tecnologia, vendas e IA.
- Para contratar talentos em 2026, empresas precisam investir em flexibilidade nos pagamentos, compliance e estrutura global, acompanhando um mercado cada vez mais conectado, competitivo e orientado para resultados.
Contratar talentos no Brasil: o que os dados de 2025 revelam
O Brasil não é mais um simples exportador de talentos. Na verdade, já se consolidou como um verdadeiro hub global de competências em duas vias.
Na prática, isso significa que o país não só envia profissionais para o mundo, mas também está cada vez mais ativo na contratação de talentos internacionais. Basta conferir os dados mais recentes da Deel: em 2025, a demanda global por profissionais brasileiros cresceu 53%, enquanto o número de empresas brasileiras contratando no exterior aumentou 28%.
É uma verdadeira transformação estrutural rumo a um mercado mais conectado, dinâmico e pronto para competir a nível internacional.
Esse cenário acompanha tendências globais já observadas por organizações internacionais e líderes de empresas. E elas apontam para o avanço do trabalho remoto e a redistribuição de talentos como pilares da economia digital. No caso brasileiro, fatores como mão de obra qualificada – principalmente em tecnologia – e custos competitivos são centrais. Eles ajudam a explicar por que o país ganha cada vez mais espaço, seja exportando expertise ou atraindo profissionais estrangeiros.
O Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel serve de base para esse artigo, oferecendo insights alicerçados em dados de mais de um milhão de contratos em mais de 150 países. Vai ficar mais fácil entender como contratar talentos remotos no Brasil pode ser um ponto de virada para empresas. Tenha uma visão abrangente sobre como o país está se inserindo – e se destacando – nessa nova geografia do trabalho global.
De onde vem a demanda por talentos brasileiros?
Fazer negócios na América Latina já é uma alternativa considerada atraente a nível internacional – e está no radar de empresas ao redor do globo.
O Brasil, é claro, não fica de fora dessa tendência.
A demanda internacional por profissionais brasileiros segue padrões bem definidos. Entender esses “corredores de contratação” é essencial para qualquer empresa que queira atuar de forma estratégica no mercado global de talentos e melhorar a retenção de equipes remotas.
Segundo o Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel, os principais países que contratam profissionais do Brasil são economias maduras, com forte demanda por habilidades técnicas e digitais:
- Os Estados Unidos lideram esse movimento, com crescimento de 26% na contratação de talentos do Brasil.
- Em seguida, estão Reino Unido (+31%) e Suécia (+18%).
Esses mercados concentram empresas que já operam a nível global e buscam profissionais qualificados para funções estratégicas, principalmente em tecnologia, produto e crescimento.
É um padrão consistente com tendências mais amplas do mercado. Empresas norte-americanas, por exemplo, têm intensificado a contratação na América Latina para aproveitar proximidade de fuso horário e alta qualificação técnica, dentre outros incentivos. O resultado disso? Ampliação da presença da LATAM nas cadeias globais de talento – e um fluxo cada vez mais estruturado entre centros de inovação e mercados emergentes.
Mas não é só o eixo Europa–EUA que está alavancando essa demanda. Ela também tem acelerado dentro da própria América Latina – em alguns casos, em ritmo intenso. Países como Argentina (+84%), México (+32%) e Colômbia (+14%) optam cada vez mais por contratar talentos brasileiros. Esse movimento reforça o papel do Brasil não apenas como exportador global, mas também como peça-chave para uma maior integração entre os mercados latino-americanos.
Esse cenário ajuda a posicionar o Brasil entre os principais polos de talento da LATAM. Hoje, é o terceiro maior país da região em volume de profissionais contratados internacionalmente, atrás apenas de Argentina e Colômbia. Além disso, hubs locais ganham cada vez mais relevância. São Paulo, por exemplo, aparece como a terceira cidade da América Latina com mais profissionais contratados na plataforma da Deel, destacando a força do seu ecossistema de tecnologia e negócios.
No fim, esses dados mostram que a contratação internacional deixou de ser pontual – seja em grandes ou pequenas organizações. Para empresas, isso significa mais previsibilidade e estratégia na hora de contratar talentos em 2026. Para o Brasil, é a consolidação do seu papel de destaque na rede global de trabalho.

Contratar talentos em 2026: os perfis mais procurados
A consolidação do Brasil como hub global de talentos aparece com clareza nos perfis profissionais mais em demanda no mercado internacional.
O Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel mostra que empresas estrangeiras buscam cada vez mais contratar profissionais brasileiros para posições estratégicas – principalmente em áreas como engenharia, produto, crescimento e liderança. Entre os cargos mais contratados estão:
- Desenvolvedores de software
- Especialistas em desenvolvimento de negócios
- Traders financeiros
- Profissionais de experiência do cliente
Esse movimento mostra avanços em relação a relatórios anteriores e reforça uma mudança importante de percepção. O Brasil deixa de ser visto apenas como uma opção de custo e passa a ser reconhecido pela qualidade e impacto dos seus profissionais.
A demanda por talentos com visão estratégica, capacidade analítica e experiência em ambientes globais acompanha tendências apontadas por instituições como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD). E elas deixam claro: a valorização de habilidades cognitivas e digitais no mercado de trabalho continua a crescer.
Outro ponto importante: a ascensão dos profissionais de IA
Um dos sinais mais claros dessa transformação é o crescimento acelerado das funções ligadas à inteligência artificial. Globalmente, os chamados AI trainers registraram um aumento de 283% em 2025, segundo dados da Deel. Esse novo campo inclui funções como:
- Analista de Testes de TIC – Treinador de IA
- Testador de Software – Treinador de IA
- Tradutor – Treinador de IA
Esses profissionais têm um papel essencial no desenvolvimento e aprimoramento de sistemas de IA: são responsáveis por treinar modelos, validar respostas e garantir qualidade e precisão. O crescimento dessas posições mostra que a expansão da IA não depende apenas de engenheiros altamente especializados. Empresas buscam também uma nova camada de talentos capazes de operar, refinar e contextualizar essas tecnologias.
Nesse cenário, o Brasil ganha destaque por combinar habilidades técnicas com competências linguísticas e culturais – algo especialmente valioso em funções como treinamento de modelos e tradução. Além disso, o país conta com uma base crescente de profissionais digitais, o que amplia sua competitividade nesse novo mercado.
Para empresas globais, isso significa acesso a um pool de talentos qualificado e versátil. Já para profissionais brasileiros, abre portas para atuar em uma das áreas mais dinâmicas e promissoras da economia global.

Crescimento salarial: cargos em alta ao contratar no exterior
Contratar talentos internacionais também está afetando a dinâmica salarial no Brasil. De acordo com o Relatório de Contratações Internacionais 2026, alguns cargos tiveram aumentos expressivos de remuneração em 2025 – um reflexo da crescente demanda por habilidades específicas e maior pressão por resultados.
Por aqui, o crescimento salarial foi alavancado por uma combinação interessante de funções:
- O cargo de Analista Financeiro lidera com um aumento de 167%, seguido por Assistente de Gestão Administrativa (+164%).
- Também aparecem posições mais especializadas, como Gerente de Desenvolvimento de Jogos (+54%), Engenheiro DevOps de Cloud (+43%) e Analista de Suporte de TI (+30%).
O que chama atenção nesses números é que não são apenas cargos técnicos de ponta que estão em alta. Funções operacionais e de suporte também ganham espaço à medida que as empresas estruturam estratégias para atrair profissionais qualificados e se preparam para contratar talentos em 2026.
E esse movimento não acontece de forma isolada. Na América Latina como um todo, o crescimento salarial tem sido bastante expressivo em alguns cargos-chave – principalmente nos operacionais e de liderança.
Um exemplo claro é o aumento de quase 100% na remuneração de COOs na região, em contraste com cerca de 22% nos Estados Unidos. Essa diferença mostra como mercados em estágios diferentes de maturidade priorizam tipos distintos de talento ao contratar. No caso da LATAM, mercados em crescimento acelerado estão deixando de focar apenas em custo para priorizar produtividade, especialização e também impacto nos resultados.
Esse cenário também se conecta a tendências globais já apontadas por organizações como o Fórum Econômico Mundial (WEF), que destacam o impacto da transformação digital e da escassez de talentos qualificados sobre salários. Quanto mais crítica a função para o crescimento do negócio, maior tende a ser a valorização. No caso brasileiro, isso se traduz em aumentos mais acelerados em funções que combinam impacto direto nos resultados com capacidade de execução.
No fim, o principal insight é claro: a lógica sobre como escalar equipes internacionalmente e contratar talentos em 2026 está mudando. O foco passa a ser produtividade, especialização e geração de valor. Para empresas, isso significa competir por talento de forma mais estratégica, enquanto profissionais ganham espaço para ganhos mais rápidos em áreas com alta demanda.
Cenário brasileiro: contratar internacionalmente ganha força
A internacionalização das empresas brasileiras deixou de ser uma exceção e passou a fazer parte de estratégias de crescimento. O Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel é claro: o número de empresas no Brasil que optam por contratar profissionais no exterior cresceu 28% em 2025.
Ou seja: há uma mudança importante na forma como negócios locais pensam sobre expansão.
Esse avanço não acontece de forma aleatória. Os principais mercados de onde vêm esses talentos são países da própria LATAM, com destaque para:
- Argentina (+84%)
- México (+32%)
- Colômbia (+14%)
É uma escolha que faz sentido. Além da proximidade cultural e geográfica, com fuso horário mais alinhado, esses países oferecem pools de talentos qualificados – principalmente em áreas como tecnologia e vendas. São fatores importantes para quem quer entender como integrar equipes distribuídas eficientemente.
Olhando para os perfis contratados, o foco das empresas brasileiras que desejam atrair talento internacional é evidente – e está alinhado com prioridades de crescimento. Desenvolvedores de software lideram a demanda, seguidos por representantes de vendas e gerentes de vendas. Ou seja, há um equilíbrio entre construção de produto e geração de receita, dois pilares essenciais para escalar operações em novos mercados.
Mas talvez o ponto mais relevante não seja apenas “quem” está sendo contratado, e sim o que esse movimento representa. O crescimento da contratação internacional por empresas brasileiras sinaliza:
- Maturidade empresarial – cada vez mais, essas empresas nascem ou evoluem com uma mentalidade global. Ou seja, pensam desde o início em expansão sem riscos, diversificação de mercados e acesso a talentos além das fronteiras.
- Ambição internacional – ou seja, acompanham tendências mais amplas, como as apontadas por relatórios do WEF. Empresas globais estão adotando modelos de trabalho distribuído para acessar habilidades específicas e acelerar crescimento. No caso do Brasil, isso se traduz em mais ambição e competitividade.
- Escalabilidade desde o início com plataformas digitais – nesse cenário, ferramentas como a Deel ajudam a viabilizar a expansão, simplificando processos complexos como contratação, compliance e pagamentos internacionais. O resultado? Empresas brasileiras conseguem escalar com mais agilidade – e competir de igual para igual no mercado global.
Dólar, real ou cripto? Como talentos no Brasil estão recebendo
A forma como profissionais brasileiros escolhem receber seus pagamentos diz muito sobre a maturidade e a sofisticação desse novo mercado de trabalho global. Hoje, a escolha da moeda vai além da conveniência: virou uma decisão estratégica para profissionais e empresas ao contratar.
O Relatório de Contratações Internacionais 2026 constatou: 55% dos profissionais brasileiros que trabalham para empresas internacionais ainda optam por receber em moeda local, enquanto 40% preferem o dólar. Já os pagamentos em criptoativos representam uma fatia pequena – cerca de 0,4% – mas apontam para uma tendência emergente.
Esse equilíbrio entre moeda local e dólar diferencia o Brasil de outros mercados da América Latina. Na Argentina, por exemplo, cerca de 90% dos profissionais optam por receber em dólar – reflexo de um histórico de inflação elevada e instabilidade cambial. Já no Chile, esse número é de aproximadamente 32%, mais próximo do cenário brasileiro. Ou seja, as preferências de pagamento acompanham de perto o contexto econômico de cada país.
No caso brasileiro, a escolha mais equilibrada indica um mercado relativamente estável, mas que já está integrado ao cenário global. Para muitos profissionais, receber em dólar significa:
- uma vantagem financeira
- uma proteção contra oscilações cambiais
- uma forma de alinhar a remuneração aos padrões internacionais
Outro ponto que começa a ganhar relevância é o uso de stablecoins ao contratar no exterior. Mesmo que reduzida, essas moedas digitais vêm ganhando relevância como alternativa para pagamentos internacionais – principalmente em mercados voláteis ou com restrições cambiais. Esses ativos digitais podem diminuir custos de transação e facilitar transferências globais, o que explica o interesse crescente.
Para empresas, isso muda o jogo. Saber como negociar pacotes de compensação locais flexíveis – com diferentes moedas e métodos de pagamento – deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade no novo cenário econômico e laboral de 2026. Em um mercado global, entender essas preferências pode fazer toda a diferença na hora de contratar e reter talentos.
Tendências globais que impactam o Brasil em 2026
As tendências globais de contratação ajudam a entender melhor o papel do Brasil dentro da economia de talentos em 2026 — e deixam claro que o país é cada vez mais relevante, seja como importador ou exportador de profissionais qualificados.
Basta conferir o Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel para entender que há um padrão consistente no mundo: 7 das 10 funções mais demandadas globalmente estão ligadas a vendas, marketing e atendimento ao cliente. Isso mostra que, à medida que empresas expandem e passam a contratar internacionalmente, elas precisam de profissionais capazes de operar nos mercados locais. Ou seja, que entendam idioma, cultura e comportamento do consumidor. Para o Brasil, isso significa mais oportunidades em áreas comerciais, principalmente para quem combina conhecimento local com experiência global.
Outro ponto relevante é o comportamento das startups bem financiadas. Aquelas que levantaram mais de US$100 milhões decidem cada vez mais contratar em países de alta renda, como Reino Unido, Canadá e Alemanha. E o motivo é buscar talento altamente especializado, principalmente em engenharia de software e inteligência artificial. Esse movimento reforça uma tendência importante: contratar internacionalmente não se limita mais à redução de custos – o foco é o acesso a habilidades escassas e estratégicas.
Já empresas maiores seguem uma lógica um pouco diferente. Elas priorizam profissionais em áreas como compliance, análise de dados e jurídico, justamente para operar em múltiplos mercados com segurança e conformidade. Esse tipo de contratação reforça a importância de perfis analíticos e orientados a governança. Eles conseguem lidar com estruturas mais complexas e contribuem para um RH verdadeiramente estratégico.
Em mercados emergentes como o Brasil, o destaque é outro: o crescimento acelerado de salários em funções operacionais. Dados da Deel mostram que funções como analistas financeiros, suporte e operações têm apresentado valorização significativa. Esse movimento deixa claro que o mercado ainda está amadurecendo e priorizando a construção de base. E também é consistente com análises do WEF, que apontam a transformação digital e a escassez de talentos como fatores que pressionam salários em áreas-chave.
No fim, o Brasil está bem posicionado dentro desse cenário: com demanda crescente por talentos, valorização em áreas-chave e um mercado cada vez mais conectado globalmente — tanto para contratar como para ser contratado.
O que tudo isso significa ao contratar talentos em 2026?
Diante desse cenário, a pergunta é: o que tudo isso significa, na prática, para quem pretende contratar talentos em 2026? Os dados do Relatório de Contratações Internacionais 2026 da Deel apontam para algumas mudanças claras e – o mais importante – acionáveis.
1. Repensar o papel do talento brasileiro
Se antes empresas globais optavam por contratar no Brasil para reduzir custos, hoje o movimento é outro. A busca agora é por qualidade, especialização e impacto nos resultados. Áreas como engenharia, produto, vendas e IA mostram que, além de eficiência operacional, o país oferece capacidade estratégica. E isso também vale no sentido inverso: a contratação internacional pelas empresas brasileiras pode acelerar crescimento e trazer novas competências para dentro do negócio.
2. Buscar flexibilidade na forma de pagamento
Com uma parte relevante dos profissionais optando por receber em dólar e outros em moeda local, oferecer diferentes opções de pagamento deixa de ser um diferencial e passa a ser quase obrigatório. Entender como centralizar a folha de pagamento regional, modernizar processos e reduzir custos se torna essencial para superar os desafios para pagar funcionários internacionais e garantir a retenção de talentos.
3. Dar mais atenção ao compliance
Contratar em diferentes países envolve questões legais, fiscais e trabalhistas que não podem ser ignoradas. À medida que empresas crescem e contratam globalmente, a capacidade de operar com segurança jurídica e conformidade é um requisito essencial para uma expansão sem riscos – e um diferencial competitivo.
Por fim, e talvez o insight mais importante: a contratação internacional virou uma via de mão dupla. O Brasil hoje é parte de um fluxo bidirecional de talentos: empresas contratam globalmente e também fornecem profissionais para o mundo. E esse modelo só tende a crescer.
No fim, o recado é simples: contratar globalmente – e estruturar suas operações para isso – é parte central da estratégia de crescimento das empresas. E quem se adapta mais rápido sai na frente.
Ultrapasse fronteiras ao contratar talentos em 2026 – e destaque-se
O Brasil se consolida como hub global de talentos, com demanda crescente, novos perfis em alta e estratégias mais sofisticadas para contratar. Para empresas, isso significa pensar globalmente desde o início. Quer se aprofundar? Baixe o Relatório de Contratações Internacionais 2026 e acesse benchmarks completos, dados salariais e insights por país. E, para contratar talentos em 2026 sem riscos, agende uma demonstração com a Deel e descubra como simplificar sua expansão global com mais segurança e eficiência.















