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Ponto eletrônico: fique por dentro da Portaria 671
Jurídico & Compliance
Folha de pagamento internacional
Gestão de prestadores de serviços
RH internacional
Employer of Record
PEO

Autor
Paula Machado
Última atualização
24 agosto, 2026

Table of Contents
O que é a Portaria 671 e o que ela exige em 2026
Regras e mecânicas do registro eletrônico de ponto
Como escolher o sistema de ponto eletrônico ideal para sua folha
Erros comuns no uso do ponto eletrônico
Ponto eletrônico em conformidade: próximos passos
Como o Time Tracker da Deel ajuda sua empresa
Principais conclusões
- A Portaria 671/2021 estabelece requisitos para o ponto eletrônico, e a atualização de 2026 tornou obrigatório o comprovante de registro nos modelos de REP.
- O DET centraliza as comunicações com a Inspeção do Trabalho. Manter os registros de jornada organizados e acessíveis facilita o atendimento às solicitações durante fiscalizações.
- Integrar ponto e folha diminui erros e retrabalho. Deel Time Tracker – incluído no Deel Payroll, EOR, PEO, Contractor e HRIS – facilita esse processo.
A Portaria 671/2021 continua sendo a principal referência para o ponto eletrônico no Brasil, com requisitos para os modelos REP-C, REP-A e REP-P e para os arquivos que documentam a jornada.
Em 2026, recursos humanos (RH) e folha precisam estar atentos à aplicação dessas regras e à digitalização dos processos de fiscalização. Essa digitalização passa também pelo Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), canal oficial usado pelo MTE para comunicar atos administrativos, ações fiscais, intimações e avisos aos empregadores.
Neste guia, você vai entender:
- O que a Portaria 671 exige e como funciona a fiscalização trabalhista digital.
- Quais empresas e sistemas estão sujeitos às regras.
- Quais registros, arquivos e mecanismos técnicos devem ser mantidos.
- Como avaliar um sistema de ponto eletrônico e sua integração com a folha.
- Erros que podem comprometer a conformidade.
- Como Deel Time Tracker ajuda a registrar horas e sincronizá-las com a folha, reduzindo trabalho manual e riscos de inconsistências.
O sistema de folha de pagamento da Deel evita que você cometa erros graves porque não permite a importação de nada que não esteja 100% correto.
— Chantal Lombaard,
HR Executive, BSI Steel
O que é a Portaria 671 e o que ela exige em 2026
A Portaria 671/2021 consolidou as regras do Ministério do Trabalho e Emprego para o registro eletrônico de ponto (REP) e classificou os sistemas em três categorias: REP-C (equipamento físico dedicado), REP-A (sistema alternativo, autorizado por acordo ou convenção coletiva) e REP-P (programa ou aplicativo, sem hardware dedicado). A norma estabelece requisitos técnicos, documentos e mecanismos de segurança para garantir a integridade das marcações.
Para empresas que utilizam ponto eletrônico, isso significa manter registros confiáveis e sistemas capazes de gerar os arquivos exigidos pela fiscalização. Entre as principais exigências estão:
- Abrangência: aplica-se aos empregadores que utilizam registro eletrônico de jornada, independentemente do setor ou da localização das unidades.
- Integridade dos dados: os registros e arquivos devem preservar as marcações realizadas, com assinaturas eletrônicas e formatos específicos conforme o tipo de REP.
- Documentação da jornada: o sistema deve permitir a geração do Arquivo Fonte de Dados (AFD), do Arquivo Eletrônico de Jornada (AEJ) e do comprovante de registro, conforme o modelo utilizado. O MTE reforça que informações incorretas ou ausentes no AEJ podem resultar em autuação.
- Operações distribuídas: empresas com equipes em diferentes localidades precisam garantir que o controle de jornada mantenha os mesmos padrões de integridade e rastreabilidade em todas as unidades.
- Integração com a folha: além da conformidade, conectar as horas registradas ao processamento da folha ajuda a reduzir lançamentos manuais e inconsistências. O Time Tracker da Deel, por exemplo, registra entradas, saídas e pausas e pode refletir as horas na folha de pagamento.
Com uma visão única e abrangente dos processos, os líderes de departamento podem monitorar ciclos e status com facilidade, o que elimina as constantes verificações manuais de processos individuais.
—Valerie Tazelaar,
Payroll Director, FICO
Regras e mecânicas do registro eletrônico de ponto
Um ponto eletrônico adequado às mudanças nas regras trabalhistas precisa fazer mais do que marcar horários: ele deve proteger a integridade dos registros, permitir sua rastreabilidade e facilitar o acesso às informações quando necessário.
A Portaria 671 estabelece requisitos técnicos para os diferentes modelos de REP e define como marcações e arquivos de jornada devem ser tratados. Na prática, você deve considerar:
- Registro e comprovante: entradas, saídas e intervalos devem ser registrados com data e hora. Nos modelos em que a norma exige o comprovante, o trabalhador deve conseguir acessar o documento após a marcação, inclusive por meio eletrônico.
- Integridade dos dados: o ponto eletrônico não deve permitir que uma marcação original seja simplesmente apagada ou sobrescrita. Ajustes precisam manter o histórico necessário para identificar o que aconteceu e preservar a confiabilidade dos registros.
- Arquivos de jornada: a empresa deve conseguir gerar e disponibilizar os arquivos exigidos pela regulamentação, como AFD e AEJ, seguindo os formatos e requisitos técnicos aplicáveis. Esses registros também precisam ser preservados e disponibilizados de acordo com os prazos e requisitos definidos pela Portaria 671 para cada tipo de REP.
- Acesso às informações: empresas com profissionais trabalhando remotamente, em campo ou em diferentes unidades precisam considerar como as marcações serão feitas e como os dados poderão ser consultados de diferentes locais.
- Fiscalização via DET: o sistema deve facilitar a localização e o fornecimento dos registros quando solicitados pela fiscalização trabalhista. Como o DET é utilizado para comunicações da Inspeção do Trabalho e para o envio de documentos durante ações fiscais, manter os registros de jornada organizados e acessíveis ajuda o RH a responder às solicitações com mais agilidade.
- Integração com a folha: conectar o ponto eletrônico ao payroll ajuda a evitar a transferência manual de horas, reduzindo erros e retrabalho. Além de registrar entradas, saídas e pausas pelo computador ou celular, soluções como a Deel ajudam a integrar essas informações ao processamento da folha.
Por isso, ao avaliar uma ferramenta, vale olhar além da simples marcação de horários: integridade, rastreabilidade, acessibilidade e integração com a folha também precisam entrar na conta.
Plugins RH
Como escolher o sistema de ponto eletrônico ideal para sua folha
Escolher um ponto eletrônico não é só uma decisão de compliance: é também uma escolha operacional que impacta diretamente a precisão dos cálculos da folha. Um sistema pouco integrado pode aumentar o trabalho manual, dificultar o controle de horas extras e criar inconsistências nos dados usados pelo payroll.
Ao avaliar as opções, considere estes critérios:
- Verifique a conformidade com a Portaria 671: confirme se o sistema atende aos requisitos aplicáveis ao modelo de REP utilizado pela empresa, incluindo regras para registros, comprovantes e geração dos arquivos exigidos.
- Confirme a integração com a folha: priorize soluções que transfiram as horas registradas para o payroll sem depender de planilhas ou lançamentos manuais. Recursos para organizar horas extras, pausas e aprovações também podem reduzir o retrabalho.
- Avalie a flexibilidade: confirme se o ponto eletrônico funciona para equipes presenciais, remotas e híbridas e para operações distribuídas em diferentes localidades. Recursos como acesso por computador ou celular podem facilitar o registro para profissionais que trabalham fora do escritório.
- Verifique segurança e rastreabilidade: entenda como o sistema protege os registros, mantém o histórico de alterações e permite recuperar os arquivos de jornada quando necessário. Confirme também se a solução facilita o atendimento a solicitações da fiscalização dentro dos prazos aplicáveis.
- Priorize uma plataforma para diferentes trabalhadores: se sua operação reúne profissionais CLT, contratados independentes ou trabalhadores gerenciados por EOR, procure uma solução capaz de centralizar o controle de horas.
Resumindo: o ponto eletrônico ideal combina conformidade, flexibilidade e integração – sem transformar o controle de jornada em mais uma tarefa manual para o RH.
Erros comuns no uso do ponto eletrônico
Mesmo com um sistema digital, alguns erros podem comprometer a conformidade e aumentar o trabalho do RH. Por isso, antes de escolher ou substituir uma solução de ponto eletrônico, vale entender os principais problemas e seus impactos.
| Erro | Impacto | Risco |
|---|---|---|
| Usar sistema sem trilha de auditoria | Alterações podem dificultar comprovação da jornada original e rastreabilidade dos registros | Questionamentos em fiscalizações e disputas trabalhistas |
| Não emitir ou disponibilizar comprovante de ponto quando exigido | Trabalhador pode ficar sem acesso ao comprovante | Descumprimento dos requisitos aplicáveis ao modelo de REP utilizado |
| Usar sistema desatualizado ou fora de conformidade | Empresa pode não conseguir gerar corretamente registros e arquivos obrigatórios | Autuações por irregularidades no controle de jornada |
| Não integrar ponto eletrônico à folha | Horas extras, intervalos e outras informações precisam ser transferidos ou conferidos manualmente | Erros no pagamento e aumento do risco de passivos trabalhistas |
| Não conseguir disponibilizar arquivos quando solicitados via DET | Empresa pode ter dificuldades para localizar e apresentar registros de jornada durante ação fiscal | Atrasos no atendimento da fiscalização e possíveis consequências administrativas |
Os erros acima podem gerar consequências que vão além do retrabalho do RH. Entre os principais riscos para a empresa estão:
- Multas administrativas: o descumprimento das regras de registro de jornada pode resultar em autuações e penalidades para a empresa.
- Litígios trabalhistas: registros inconsistentes ou horas extras mal calculadas podem aumentar o risco de disputas e passivos trabalhistas.
- Impactos reputacionais: falhas de conformidade podem prejudicar a marca empregadora, principalmente em um cenário de fiscalização cada vez mais digital.
Lembre-se: um bom ponto eletrônico deve prevenir problemas – não só ajudar o RH a corrigi-los depois. Nesse quesito, soluções como a Deel podem ser uma mão na roda na hora de gerenciar a folha de pagamento.
Lidar com tarefas de RH em planilhas era exaustivo – cada atualização e aprovação tinha que passar por mim. A Deel eliminou esse gargalo, dando aos líderes de equipe as ferramentas para gerenciar suas equipes de forma fluida.
—Wassim Bejjani,
Operations Specialist, Feedier
Ponto eletrônico em conformidade: próximos passos
Manter o ponto eletrônico atualizado com as exigências da Portaria 671 também é uma forma de tornar a gestão de jornada mais organizada e confiável. Com processos digitais e integração com a folha, o RH pode reduzir tarefas manuais, melhorar a precisão dos dados e facilitar o atendimento às obrigações trabalhistas.
Na prática, uma solução adequada pode trazer:
- Mais conformidade: menor exposição a problemas relacionados ao controle de jornada.
- Mais eficiência: menos lançamentos manuais e retrabalho no processamento da folha.
- Mais transparência: acesso mais simples às informações de jornada para gestores e colaboradores.
Adaptar seu registro de ponto à Portaria 671 não precisa ser complicado. Com o Time Tracker incluído no Deel Payroll ou Deel EOR, sua empresa ganha um sistema único, em conformidade, para registrar a jornada de todos os tipos de trabalhador.
Sabemos que, ao acessar o sistema de folha de pagamento da Deel, ele conta com as informações legislativas mais atualizadas, o que nos traz muita tranquilidade.
—Alison Boruchowitz,
Head of People and Organization, PUMA South Africa
Como o Time Tracker da Deel ajuda sua empresa
Gerenciar ponto eletrônico manualmente pode criar mais trabalho para o RH, principalmente quando a empresa opera em diferentes localidades e modalidades. Entre planilhas, ajustes de horas e transferência de informações para a folha, aumentam as chances de erros e inconsistências.
O Time Tracker da Deel ajuda a centralizar esse processo:
- Automatize o registro de jornada: registre entradas, saídas e intervalos pelo computador ou celular, reduzindo a dependência de lançamentos manuais e o retrabalho do RH.
- Conecte jornada e folha: as horas registradas podem ser refletidas no processamento da folha, evitando a necessidade de reconciliar dados entre sistemas separados.
- Facilite a rastreabilidade: mantenha um histórico das horas registradas e das alterações realizadas, facilitando a conferência e a gestão dos dados de jornada.
- Centralize diferentes trabalhadores: gerencie horas de profissionais em diferentes localidades e modalidades, incluindo equipes presenciais, remotas e híbridas.
- Simplifique sua operação: o Time Tracker está incluído nos pacotes Deel Payroll, EOR, PEO, Contractor e HRIS, permitindo centralizar o controle de horas no mesmo ecossistema.
O resultado? Menos trabalho manual para o RH e um fluxo mais organizado entre registro de jornada e folha.
Descubra como o Deel Time Tracker, integrado ao Deel Payroll, ajuda sua empresa a cumprir a Portaria 671 com registro de ponto preciso e conforme – agende uma demonstração hoje.
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FAQs
O que a Portaria 671 exige para o ponto eletrônico?
A Portaria 671 estabelece requisitos técnicos para sistemas REP-C, REP-A e REP-P, incluindo regras para registros, comprovantes e arquivos de jornada.
O DET substitui o sistema de ponto eletrônico?
Não. O DET é o canal de comunicação entre empregadores e Inspeção do Trabalho. O sistema de ponto deve manter os registros organizados e acessíveis para eventuais solicitações.
Como escolher um sistema de ponto?
Verifique conformidade com a Portaria 671, integração com a folha, segurança dos dados e suporte a diferentes modalidades de trabalho.

Paula lidera o Marketing da Deel no Latam. Com mais de uma década de experiência em startups, ela já comandou projetos de Inbound Marketing e Inside Sales para mais de 50 empresas. Defensora do trabalho remoto e flexível como o futuro do trabalho, Paula acredita que ele traz de volta a paixão e a humanidade às nossas rotinas, criando pontes entre fronteiras e unindo o mundo do trabalho. Nos intervalos para o almoço, você pode encontrá-la no mar, praticando kitesurf.















